Fontes e método
Como o Radar decide o que publicar
Quando uma vulnerabilidade grave aparece, dezenas de sites repetem a mesma notícia. O Radar faz o contrário: junta tudo em uma página por caso e mostra quais fontes confirmaram.
1. Uma página por vulnerabilidade
O identificador CVE é a chave de cada alerta. Quando a CISA, o CTIR Gov e a imprensa falam do mesmo CVE, nada é duplicado: a página existente ganha mais uma linha na linha do tempo das fontes. Casos que ainda não têm CVE são agrupados pelos nomes do produto e do caso, até o identificador sair.
2. Fonte oficial confirma, imprensa só avisa
Uma notícia pode colocar um caso na nossa fila de revisão, mas o que vai para a página vem de fontes oficiais: o registro no CVE.org, o catálogo de exploração ativa da CISA e os alertas do CTIR Gov. Casos que só existem na imprensa ficam marcados como “Sem CVE ainda”.
3. Fonte oficial entra direto, imprensa passa por revisão
Alertas do catálogo KEV da CISA e do CTIR Gov são publicados assim que aparecem, porque a própria fonte já confirmou o caso. O que chega só pela imprensa passa por revisão da equipe InfocuestaSec antes de aparecer aqui. Depois de publicado, todo alerta é atualizado automaticamente quando surge uma fonte oficial nova, por exemplo quando a falha entra no catálogo KEV.
4. O que não fazemos
- Não publicamos código de exploração nem passo a passo de ataque.
- Não copiamos texto das fontes: escrevemos o resumo e apontamos o link original.
- Não usamos inteligência artificial para escrever os alertas. O texto sai dos dados estruturados das fontes, para não inventar versão nem número.
Fontes acompanhadas
- CISA KEV
- Catálogo da agência americana de vulnerabilidades com exploração ativa confirmada.
- CTIR Gov
- Centro de Prevenção, Tratamento e Resposta a Incidentes Cibernéticos de Governo (GSI/PR).
- CVE.org
- Registro oficial dos identificadores CVE: descrição, produtos, versões e nota CVSS.
- FIRST EPSS
- Probabilidade de exploração nos próximos 30 dias, atualizada diariamente.
- Imprensa
- The Hacker News, BleepingComputer, SANS Internet Storm Center, SecurityWeek e The Record, só como sinal e referência.
Como ler as notas
- Gravidade (CVSS): crítica de 9,0 a 10, alta de 7,0 a 8,9, média de 4,0 a 6,9.
- Exploração ativa: a falha está no catálogo KEV da CISA, ou seja, há evidência de ataque real.
- Chance de exploração (EPSS): estimativa estatística, não uma certeza. Ela muda todo dia.
Contato
Achou um erro em algum alerta? Escreva para contato@infocuesta.com.br. Também dá para acompanhar pelo feed RSS.